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Publicado em 10/12/2012 | por Mestre

Bombeiro – Soldado Combatente

Corporação negocia mais vagas para soldado…
O diretor-geral de Pessoas do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), coronel Gilvan de Castro, informou que a corporação negocia com o governo, até esta sexta-feira, dia 14, a ampliação da oferta de 246 para 600 vagas de soldado combatente. Segundo o coronel Gilvan, a abertura do concurso deverá ocorrer no primeiro semestre de 2013. “O comandante-geral, coronel Sérgio Simões, está negociando com o Executivo a abertura de concurso para 600 vagas de soldado combatente, sendo 300 para preenchimento em 2013 e as outras 300 em 2014. Assim que ele receber o aval, encaminharei a solicitação à Secretaria de Planejamento (Seplag), para autorizar oficialmente a seleção”, detalhou o coronel Gilvan de Castro.
O diretor-geral de Pessoas dos Bombeiros informou que, assim que a Seplag der a autorização oficial para abertura do concurso, o edital deverá ser liberado em curto espaço de tempo. “Já temos o edital do concurso praticamente pronto, bastando apenas definirmos o cronograma, ou seja, o período de inscrições e as datas das etapas de seleção. Assim que recebermos a autorização, faremos imediatamente a licitação para a escolha da organizadora e definiremos essas pendências”, relatou. Ainda segundo o coronel Gilvan, a previsão do CBMERJ é concluir todo o processo em 2013, e iniciar a convocação dos primeiros colocados no mesmo ano. O governador Sérgio Cabral já autorizou informalmente a abertura do concurso.
O cargo de soldado combatente requer o nível médio e carteira nacional de habilitação na categoria “B”. A remuneração será de R$2.526,80, de acordo com a nova tabela salarial, que entrará em vigor em fevereiro de 2013. Além da escolaridade exigida, os futuros postulantes devem ter menos de 51 anos no ato de posse. O regime de contratação será o estatutário, garantindo a estabilidade empregatícia.
Os futuros candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, teste de capacitação física, exames de saúde, social e documental e, por fim, curso de formação, ministrado pela própria corporação e que
costuma ter duração de seis meses. Segundo o coronel Gilvan, a avaliação de múltipla escolha deverá seguir o padrão da aplicada aos candidatos a soldado motorista, cujo concurso foi realizado este ano.
“O programa será o mesmo do concurso de motorista, com a exclusão apenas da Legislação de Trânsito”, garantiu.
Fonte: Folha Dirigida

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