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Publicado em 03/04/2013 | por Mestre

Defensoria do Estado do Rio de Janeiro

Atraso pode ser benéfico….
Apesar da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPGE-RJ) ainda não ter informado detalhes do concurso para 234 vagas, mais cadastro de reserva, para os níveis médio e superior, especialistas veem no atraso para a publicação do edital algo positivo. Os que pretendem buscar a estabilidade empregatícia (contratação estatutária) na área de apoio do órgão estão ganhando tempo para se dedicar mais aos estudos.
A competição será por 184 vagas imediatas para advogados, no cargo de técnico superior jurídico, e outras 50 para graduados, na função de técnico superior especializado, cujas formações ainda não foram divulgadas. No nível médio serão selecionados técnicos, a fim de formar o cadastro de reserva, que deverá ser bem utilizado, segundo a presidente da Associação dos Defensores Públicos do Rio de Janeiro (Adperj), Maria Leonor Carreira, já que a área de apoio é uma das que mais precisam do concurso.
A programação inicial, informada pelo defensor-geral Nilson Bruno, em recente entrevista, era de que o edital fosse divulgado até o fim de março. No entanto, esta previsão, diante do indefinido cenário econômico causado pela lei dos royalties do petróleo, não será concretizada, embora outros órgãos estaduais estejam preparando seus concursos normalmente. Segundo fonte, a DPGE estaria aguardando posição oficial do governador para continuar a elaboração do processo seletivo. De acordo com a Assessoria de Imprensa do órgão, os preparativos estão em fase preliminar.
Mais tempo para priorizar as matérias jurídicas e Português – Para o professor Carlos Eduardo Guerra, experiente educador na área de concursos públicos, historicamente, o atraso para a abertura do concurso é salutar para o candidato se antecipar em sua preparação. “O último concurso da Defensoria foi dito como difícil, assim, a preparação deve ser excelente. Quanto mais tempo o candidato tiver, melhor estará preparado. Portanto, o candidato não deve ficar desaminado com o atraso, muito pelo contrário, deve aproveitar o tempo para estudar. O que não pode é ficar parado.”
Sua dica é que o interessado priorize a preparação no estudo das disciplinas jurídicas e de Língua Portuguesa. “O ideal é o candidato focar na qualidade do estudo e não na quantidade, pois não existe um mínimo de horas por dia de estudo, desde que esse seja feito com qualidade. É preciso intensificar os estudos nos pontos como Ato administrativo, Administração Direta e Indireta e Servidores.”
Última seleção - O DPGE realizou seu último concurso em 2010, quando os candidatos a técnico superior jurídico foram cobrados nas avaliações de Língua Portuguesa, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Processual Civil, Direito Civil, Direito Processual Penal, Direito Penal e Legislação. Os que concorreram a técnico médio foram avaliados em Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Administrativo, Noções de Teoria Geral de Processo, Legislação, Informática e Língua Portuguesa.
Os vencimentos atuais dos dois cargos, bem como o salário inicial do técnico superior especializado (graduação), ainda não foram informados. Na época do último concurso, as remunerações iniciais eram de R$2.389,32 para técnico médio e de R$2.942,23 para técnico superior jurídico. Com os reajustes dos últimos três anos, porém, esses valores foram otimizados.

Fonte: Folha Dirigida

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