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Publicado em 24/09/2012 | por Mestre

Dicas

Raciocínio Lógico
A disciplina de Raciocínio Lógico, cada vez mais cobrada nos concursos e considerada a “pegadinha” de muitas provas, pode deixar pelo caminho muitos concorrentes que sonham em ocupar uma vaga no serviço público. Quem imagina passar pelo lúdico das questões, vendo entre as alternativas a sua resposta lógica, não imagina o erro cometido pela simples falta de conhecimento de princípios básicos da Matemática, como razão, proporção, progressão aritmética e geométrica, matrizes, entre outros. Mas, também, não basta esse aprendizado, pois as bancas organizadoras buscam candidatos capazes de encontrar soluções rápidas, que envolvam a Lógica Qualitativa, com suas estruturas lógicas, tabelas-verdade, expressões categóricas (do tipo ‘algum’, ‘todo’ e ‘nenhum’) e problemas de correlação (onde são contadas histórias, como buscar quem fala a verdade em um grupo de pessoas, e coisas desse gênero).

Desde 2008 o grau de dificuldade das provas vem se acentuando muito. É importante o estudo da teoria, pois não há como resolver questões sem nenhum embasamento teórico, tampouco resolvendo questões em treinamento. Os que não têm conhecimento básico de Matemática devem adquiri-lo e aprimorá-lo, pois diversas questões necessitam desses ensinamentos. Muitas vezes o aluno entende o que é pedido, mas não tem o mínimo conhecimento da Matemática necessária para resolver a questão proposta pela banca.

Na área dos concursos, as questões da disciplina dificilmente se repetem, as bancas estão inovando e o melhor caminho é conhecer os assuntos que podem ser cobrados. Cada tema da Lógica tem uma peculiaridade e uma metodologia de resolução específica. É preciso, portanto, reconhecer o tema para aplicar a metodologia mais adequada de resolução. Esse é o mote do livro, onde o autor mostra ao concursado os assuntos e como as questões são abordadas. Mas ele ressalta que nem tudo é estudo… Há pessoas que naturalmente têm mais facilidades em resolver as questões de Ciências Exatas, e outras para Ciências Humanas, e vice-versa. A receita para o sucesso é a perseverança:

A dedicação é o grande diferencial. Cada candidato deve se esforçar ao máximo, não ter medo das dificuldades e trabalhar seus pontos fracos. Isso é o que funciona”. Sua recomendação, para quem não tem tanto tempo para se dedicar à disciplina, é que o estudo seja de qualidade, prestando atenção na razão de cada resposta: ”Infelizmente não há atalhos, o caminho é estudar, fazer exercícios, se dedicar.

Não vale a pena o concurseiro preparar-se para supostas “armadilhas’ do Raciocínio Lógico nas provas para os Tribunais (analista e técnicos), Petrobrás, Transpetro, BR Distribuidora (analistas de algumas áreas), auditor fiscal da Receita Federal, analista tributário da Receita Federal, agências reguladoras, prefeituras, entre muitos outros. Estudar com esse foco é quase como que apostar numa loteria. Segundo o professor, o meio mais eficaz de armar-se para a prova é mesmo extirpar a falta de conhecimento:

As soluções que envolvem proposições e premissas não têm nenhuma relação com interpretação de textos, e sim com estruturas lógicas, como as tabelas-verdade, regras de inferência (modus ponens, modus tolens, silogismo hipotético) e expressões categóricas (‘algum’, ‘todo’, ‘nenhum’ e suas variações). Os nomes assustam… Mas, na verdade, a teoria é simples, e depois que o aluno a entende, percebe que não existem soluções baseadas em interpretação das frases. Desse modo, não tem como cair em armadilhas, pois elas simplesmente não existem. O que falta à maioria dos inscritos é realmente o conhecimento da teoria correta sobre o tema.

Por fim, para ter sucesso na prova de Raciocínio Lógico, o candidato deve prestar atenção ao texto da prova e principalmente buscar a resposta que é pedida na questão, pois frequentemente existem nos enunciados afirmativas que indicam uma aparente solução, que acaba por não ser a correta, visto que apenas conclui ou soma ao que é perguntado. Essa, sim, é a ‘armadilha’ por vezes apresentada pelas bancas. Neste contexto, a dica do professor é: “sempre sublinhe o que a questão pede como resposta. Quando acabar de resolvê-la, antes de marcar o cartão, confira se o que foi achado é realmente o que foi pedido. Muitos candidatos perdem pontos preciosos em questões que sabem resolver, mas erram na hora de marcar a opção. Por vezes, acabam marcando algo que faz todo o sentido, mas que não foi exatamente o foco da pergunta. Recomendamos atenção extra nestes casos.

Fonte: Folha Dirigida

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