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Publicado em 31/01/2013 | por Mestre

Dicas – Relação candidato/vaga

Dicas para vencer a relação candidato por vaga dos concursos…

Concursos públicos costumam ter uma concorrência muito alta. Em muitos casos, a proporção é de centenas ou até de milhares de candidatos para cada vaga. Para quem está nesta disputa, é preciso muita autoestima para acreditar na possibilidade de conquistar uma das vagas ofertadas. Ou uma boa estratégia. Ou ambas as coisas.

Os anúncios de concursos com altos salários ou com elevado número de vagas atraem muita gente, mas a grande maioria dessas pessoas apenas se inscreve no processo seletivo atraída pela oportunidade. Na verdade, um percentual pequeno está realmente disposto a trabalhar por isso, ou seja, dedicar tempo de estudo para conquistar a aprovação. Mesmo do grupo que estuda, a maioria inicia a preparação a partir da publicação do edital. O que parece natural, porque é preciso saber o que estudar: o conteúdo programático que será cobrado na prova.

A quantidade de matérias é muito grande e o tempo entre o edital e a prova, curto (em torno de dois meses). E, se tanta gente busca a mesma coisa, é importante diferenciar-se da massa. Nesse caso, a solução é estudar antes mesmo da publicação do edital. De que forma? A partir de matérias que muito provavelmente serão cobradas no leque de concursos que o candidato almeja – as disciplinas básicas daquela área. Por isso é tão importante escolher uma área de atuação no serviço público e conhecer quais disciplinas costumam cair nas provas de acesso àquelas vagas.

Outro fator importante é acompanhar as notícias de concursos para saber quando fechar mais o foco e intensificar o estudo, avaliando se é o momento de incluir disciplinas específicas do edital que estiver para ser publicado.

Também é interessante acompanhar editais em outras regiões do país – mesmo que não vá prestar aquele concurso – para perceber a tendência de assuntos cobrados para o cargo e evitar surpresas na publicação do edital de interesse.

Assim, concursos para tribunais, por exemplo, mantêm relativa padronização nos conteúdos cobrados nas diversas regiões e existe uma tendência a incluir determinadas disciplinas que antes não constavam daqueles editais. Dessa forma, é mais provável que um edital para cargos no Tribunal de Justiça se assemelhe mais a um edital recente de outra região do que a um antigo da mesma região. O mesmo tem acontecido em concursos da área policial.

Depois de estudada a teoria das matérias básicas, é essencial resolver provas anteriores de cada disciplina, principalmente da mesma área (os assuntos mais cobrados costumam ser diferentes) e para o mesmo nível de escolaridade. Isso ajuda o candidato a perceber como está realmente o conhecimento, e o que precisa ser reforçado. Também permite ao candidato conhecer como a teoria é cobrada nas questões de prova.

Fonte: Lia Salgado, colunista do G1, é fiscal de rendas do município do Rio de Janeiro, consultora em concursos públicos

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