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Publicado em 01/03/2013 | por Mestre

Informação – Acordo Ortográfico

Obrigatoriedade do acordo ortográfico é adiada: como serão as provas?

A obrigatoriedade das novas regras do Acordo Ortográfico, que entraria em vigor em Janeiro de 2013, foi adiada para o início do ano de 2016. O decreto 7.875 de 28 de dezembro de 2012, assinado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado no DOU, determina que ambas as formas de escrita devam coexistir até 31 de dezembro de 2015. Mas, como muitos devem estar se perguntando, e como ficarão as provas dos concursos? Como estudar?

A resposta é simples concurseiros: As bancas examinadoras dos certames públicos continuarão a aceitar as duas regras ortográficas vigentes, bem como todos os setores da Educação, nas correções de vestibulares, provas escolares e do Enem. E as organizadoras das seleções que, antes da assinatura do decreto, divulgaram editais cobrando o novo Acordo Ortográfico nos exames que serão aplicadas nos meses seguintes terão de retificar os documentos.

Foi o que fez a organizadora de seleções Cespe/UnB. No último mês, a organizadora publicou edital comunicando aos candidatos do concurso do Ibama que seriam aceitas as duas formas ortográficas na prova discursiva. Em alguns casos, não é necessário retificar o edital se a cobrança prevista no documento indicar a Ortografia Oficial.

As bancas organizadoras têm dado liberdade ao candidato de empregar o novo acordo ou a teoria tradicional. Porém os candidatos devem lembrar que não é admitido de que seja empregado ambos os casos ao mesmo tempo, pois não há coerência textual.

Os concurseiros que já iniciaram sua preparação devem focar na ortografia tradicional, mais utilizada no cotidiano. De acordo com especialistas, não há tempo a perder com estudos das novas regras.

O novo Acordo Ortográfico foi firmado com o intuito de unificar as normas da nova ortografia entre os diversos países que utilizam a língua Portuguesa. No Brasil, o novo acordo ortográfico é utilizado desde 2008 pelos setores privado e público.

A decisão pelo adiamento da adoção do novo acordo ortográfico envolveu técnicos do Ministério da Casa Civil, da Educação e do Ministério de Relações Exteriores, que acharam mais prudente estender o prazo de obrigatoriedade, seguindo o exemplo de alguns países.

Fonte: Site Até Passar

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