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Publicado em 05/07/2012 | por Mestre

PRF

Para quem ainda não sabe
O pedido de concurso para 1.500 vagas de policial encaminhado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) ao Ministério do Planejamento está em análise na Secretaria de Gestão Pública da pasta desde o último dia 1º, quando deu entrada no ministério. A expectativa do departamento é que a seleção seja autorizada até o fim deste ano e o concurso realizado no primeiro semestre do ano que vem.
O cargo de policial rodoviário federal tem como requisito o ensino superior completo em qualquer área e a Carteira Nacional de Habilitação na categoria “B” ou superior. A remuneração inicial oferecida é de R$6.108,95, incluindo auxílioalimentação de R$304.

Conforme anunciou no ano passado a diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento, o órgão pretende preencher 4.500 vagas em três anos, sendo 1.500 em cada. Inicialmente, a intenção era que a primeira parte fosse oferecida ainda em 2012. Este ano, a PRF está concluindo a seleção aberta em 2009, para 750 vagas, que ficou paralisada por mais de dois, em função de fraude já apurada pelo Ministério Público Federal (MPF). A previsão é que a seleção, cuja validade será de um ano, podendo dobrar, seja homologada no início de setembro.

O departamento informou que já pediu autorização para o aproveitamento dos excedentes até o limite de 50% sobre o número inicial de vagas, para que sejam chamados até 1.125 aprovados.

Apoio - A PRF também encaminhou ao Planejamento solicitação de concurso para 71 vagas na área de apoio, sendo 67 de agente administrativo (de nível médio, com iniciais de R$3.203,97, também com o auxílio) e quatro em cargo de nível superior não informado.

A seleção será destinada à substituição de terceirizados irregulares, prevista em acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), com prazo até o fim deste ano para conclusão. Por esse motivo, a seleção já foi confirmada pela secretária de Gestão Pública do Planejamento, Ana Lucia Brito.

A expectativa era que fossem oferecidas 260 vagas de agente administrativo, que ainda precisam ser criadas por meio de projeto de lei em análise no Congresso Nacional. Porém, a proposta, que é analisada em regime de prioridade, está estagnada desde março na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados.

Fonte: Folha Dirigida

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